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Publications

Publications by Aurora Teixeira

2015

Desenvolvimento motor e características empreendedoras em crianças. Que relação?

Authors
Silva, Inês Peixoto; Pereira, Beatriz Oliveira; Teixeira, Aurora;

Publication

Abstract
O objetivo do estudo é verificar e compreender a relação entre o desenvolvimento motor da criança e suas características empreendedoras. A relevância do estudo resulta do carácter inovador devido à escassez de trabalhos científicos que relacionam, em crianças, o desenvolvimento motor e o empreendedorismo. Não será relevante compreender como ocorre o desenvolvimento de competências empreendedoras nas crianças e como promovê-las? Será possível, a longo prazo, melhorar a qualidade de vida dos cidadãos evitando comportamentos sedentários adquiridos na infância, bem como promover a autonomia e responsabilidade perante uma sociedade que se tornará mais sustentável do ponto de vista social, económica e financeira.;The aim of the study is to assess and understand the relationship between the child's motor development and their entrepreneurial characteristics. The relevance of the study results from the innovative character due to lack of scientific papers that associate motor development and entrepreneurship in children. Won't it be relevant to understand how the development of entrepreneurial skills occur in children and how to promote them? lf students with better motor development would present a greater number of entrepreneurial characteristics, it will be possible to describe indicators that show the importance of stimulating the motor and entrepreneurial skills at early ages and that will contribute to rethink the education of children and consequently the teacher training. lt will be possible, improve the quality of life avoiding sedentary behaviors acquired in childhood, as well as promoting autonomy and responsibility to a society that will become more sustainable in social, economic and financial point of view.

2017

Identificar características empreendedoras em crianças? O potencial da história dramatizada

Authors
Silva, Inês Peixoto; Pereira, Beatriz; Teixeira, Aurora;

Publication

Abstract
Em cada pessoa existe um potencial empreendedor sendo a educação para o empreendedorismo o meio mais eficaz para o dinamizar e promover (Dolabela, 2008). Contudo, como abordar um tema tão complexo com crianças? Objetivo: Identificar a existência ou não de características empreendedoras em contexto de narração de história em crianças. Participantes: Uma turma do 1º ano com 18 alunos e uma de 3º ano com 19 alunos entre os 6 e os 9 anos (7,2±1,1) de uma escola de Braga. Instrumentos/Procedimentos: Construíram-se categorias e subcategorias suportadas pela revisão da literatura que determinaram as características empreendedoras a avaliar. Elaborou-se uma história construída de raiz, tendo por base o tema piratas e a procura de tesouros. Trata-se de uma história dinâmica, em que, cada uma das suas etapas termina com um desafio ou questão para os alunos. Assim, estes podem assumir-se como personagens, dar sugestões argumentadas sobre o caminho a seguir na história e ainda fazer opções entre várias possíveis. A história foi aplicada, em cada um dos anos de escolaridade, em grupos focais, de seis crianças. Discussão dos resultados: A observação das diferentes subcategorias permitiram-nos verificar comportamentos positivos (CP), inversos (CI) e não observados (CNO). Constatamos que em cinco das oito categorias a maioria dos alunos as revelou de forma positiva com destaque para a “Autoconfiança” e “Relações interpessoais” e ainda que aquelas em que se verificou maior percentagem de alunos que manifestaram CI foram a “Autoconfiança”, “Relações interpessoais” destacando-se a “Persistência/Resistência ao Fracasso. As categorias em que mais se verificaram CNO foram a “Liderança / Tomada de decisão” e “Organização e Planeamento”. São necessárias mais investigações de forma a reunir um número considerável de contribuições para a validação de um instrumento que se adapte à linguagem da criança e que, de uma forma lúdica e motivadora, permita identificar características empreendedoras.

2018

Jogo e autoconfiança em crianças do 1° ciclo do Ensino Básico

Authors
Silva, Inês Peixoto; Pereira, Beatriz; Teixeira, Aurora;

Publication

Abstract
O movimento é primordial para o desenvolvimento multilateral da criança e através dos jogos e brincadeiras contribui para a melhora das relações interpessoais. Já sua ausência pode limitar o desenvolvimento motor e influenciar em características da personalidade, cognição e emoções. O jogo constitui-se como a essência e razão da infância que através do seu universo imaginário pode melhorar sua percepção corporal, linguagem, autoeficácia, autoestima e autoconfiança. A autoconfiança é uma característica essencial da vida, já que se trata da capacidade de se ver bem-sucedido. Assim, o indivíduo confiante tem uma atitude positiva, desafia-se e assume riscos. O objetivo do estudo foi identificar a presença de capacidades empreendedoras, nomeadamente a autoconfiança em crianças do 1 ciclo do ensino Básico. Participaram no estudo 18 alunos (9 sexo feminino e 9 do sexo masculino) e 19 alunos (9 do sexo feminino e 10 do sexo masculino) do 3 ano de escolaridade de uma escola da área urbana de Braga, com idades entre 6 e 9 anos. Foi utilizado como instrumento um jogo construído e organizado, dividido em equipas que deveriam escolher entre 3 percursos constituídos por barreiras colocadas em diferentes alturas. Ao concluir o percurso foi atribuído pontuações de acordo com a dificuldade, sendo para o mais fácil 1 e 2 pontos, médio 2 e 3 pontos e mais difícil 3 e 4 pontos. Ao término do jogo a pontuação foi contada em voz alta pelo mediador para definir a equipe vencedora. Foram utilizadas análises descritivas para os comportamentos observados e atribuída as seguintes classificações: i) sim, verifica-se o comportamento; ii) Não, verifica-se comportamento oposto e iii) Não observado, não se verifica o comportamento. Os resultados em relação a subcategoria: I - Não se intimida mesmo havendo a possibilidade de ser confrontado com opiniões diferentes, foi constatado que a maioria das crianças apresentavam comportamentos, sejam eles positivos ou negativos. As meninas parecem ficar menos incomodadas com a possibilidade de serem confrontadas pelos colegas, relativamente a idade tanto as crianças de 6/7 quanto as de 8/9 apresentaram comportamentos positivos, sendo no mais novos onde mais comportamentos não observados ocorreram. Para a subcategoria II- Tem uma atitude positiva e confiante, foram observados resultados similares, sendo que a maioria das crianças apresentaram comportamento positivo, para ambos os géneros e referente a idade um pequeno destaque para os alunos mais velhos. Desta forma, a autoconfiança foi observada em contexto do jogo pois os comportamento foram maioritariamente positivos. para além de essencial na componente social e emocional, a autoconfiança é também uma características essenciais do perfil empreendedor.

2021

Dimensões da Universidade Empreendedora e o Seu Papel na Perceção de Competitividade Regional

Authors
Brás, GR; Preto, MT; Daniel, AD; Teixeira, AAC;

Publication
RPER

Abstract
Este estudo testa a multidimensionalidade de Universidade Empreendedora (UE) e visa aferir o respetivo contributo para a competitividade regional. Com base em 619 respostas de estudantes, professores e outros colaboradores de dez universidades públicas portuguesas, foi efetuada uma análise fatorial confirmatória e uma estimação de regressão linear múltipla. O construto da UE é confirmado, comprovando a adequação das escalas para o contexto destas universidades. Os resultados mostram que os cinco fatores associados à UE - processos internos, medidas de apoio ao empreendedorismo, colaboração internacional, estratégia de financiamento e estrutura organizacional - contribuem positivamente para a perceção de competitividade regional, acentuando a função das universidades públicas enquanto polos de transferência de conhecimento dinamizadores da competitividade regional.

2020

The impact of universities’ entrepreneurial activity on perception of regional competitiveness

Authors
Brás, GR; Preto, MT; Daniel, AD; Vitória, A; Rodrigues, C; Teixeira, A; Oliveira, A;

Publication
EAI/Springer Innovations in Communication and Computing

Abstract
Within the framework of the entrepreneurial university (EU), this study aims to test its multidimensional domain and therefore to confirm the positive contribution of EU factors to perceived regional competitiveness in Portugal. Data were collected from ten Portuguese public universities (PPUs) through a self-employed questionnaire. First- and second-order confirmatory factor analysis (CFA) were performed through factor and multiple linear regression analyses. The proposed EU construct was confirmed, thus proving the adequacy of scales for the PPUs context. Overall, the main findings show that EU factors—‘internal processes’, ‘entrepreneurial supporting measures’, ‘international collaboration’, and ‘funding strategy’—make a positive contribution to the perception of regional competitiveness. ‘Entrepreneurial supporting measures’ is the EU factor which has the biggest impact on perceived regional competitiveness and ‘organisational design’ is the only EU factor that does not reveal any impact on it. This contribution demonstrates to policy makers that PPUs are not merely cost centres but knowledge spillovers that can have a positive influence on regional competitiveness. © Springer Nature Switzerland AG 2020.

2024

Research output and economic growth in technological laggard contexts: a longitudinal analysis (1980-2019) by type of research

Authors
Pinto, T; Teixeira, AAC;

Publication
SCIENTOMETRICS

Abstract
The literature on the impact of research output (RO) on economic growth (EG) has been rapidly expanding. However, the single growth processes of technological laggard countries and the mediating roles of human capital (HC) and structural change have been overlooked. Based on cointegration analyses and Granger causality tests over 40 years (1980-2019) for Portugal, five results are worth highlighting: (1) in the short run, RO is critical to promote EG; (2) the long run relation between RO and EG is more complex, being positive and significant in the case of global and research fields that resemble capital goods (Life, Physical, Engineering & Technology, and Social Sciences), and negative in the case of research fields that resemble final goods (Clinical & Pre-Clinical Health, and Arts & Humanities); (3) existence of important short run mismatches between HC and scientific production, with the former mitigating the positive impact of the latter on EG; (4) in the long run, such mismatches are only apparent for 'general' HC (years of schooling of the population 25 + years), with the positive association between RO and EG being enhanced by increases in 'specialized' HC (number of R&D researchers); (5) structural change processes favouring industry amplify the positive (long-run) association and (short-run) impact of RO on EG. Such results robustly suggest that even in technologically laggard contexts, scientific production is critical for economic growth, especially when aligned with changes in sectoral composition that favour industry.

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